Confissões de um Mochileiro Iniciante #2


Sempre me considetei uma pessoa de vocabulário razoavelmente vasto, porém, hoje me vi sem palavras ao me deparar com uma das coisas mais belas que já vi em minha vida: Palácio Schonbrunn.

Me apaixonei pelo Schonbrunn desde que iniciei minhas pesquisas acerca de Viena. Foi amor instântaneo.
Desde o primeiro momento ele tinha se tornado a atração que eu mais gostaria de conhecer (dividindo o posto de primeiro lugar com a Stephansdom).

Hoje, ao vê-lo ao vivo, não consigo descrever o que senti. Foi surreal.
Fantástico.
Maravilhoso (o adjetivo que mais tenho utilizado nesta viagem, preciso de um sinônimo).
Sublime. O Schonbrunn impressiona pela magnitude de sua estrutura, as dimensões gigantescas de toda a construção e a decoração impecavelmente imperial, cheia de riqueza, detalhes e muita história.

Posso afirmar, sem exagero algum, que é uma das coisas mais belas que existem.
Tantos seu interior quanto o exterior encantam com uma beleza arrebatadora,  capaz de fazê-lo passar muito tempo lá dentro sem se dar conta disto  (foi o que ocorreu comigo).


Hoje também conhecemos o Imperial Zoo, que fica no "complexo" do Palácio Schonbrunn.

Sempre tive muito receio acerca de zoológicos,  mas, este é o mais antigo da Europa e visivelmente MUITO bem cuidado. Feito para preservar as espécies animais e não para abusa-los.

Ele é tão bem construído e tão bem feito que você passará hooooras lá dentro caminhando e soltando vários "aaah" ao se deparar com uma criatura mais fofa que a outra! Ênfase na fofura dos Lobos Árticos (vontade de pegar um e partir para Westeros) e os Ursos Polares (mais preguiçosos que Snoop Dogg).

Depois de apreciarmos infinitamente o Imperial Zoo durante hoooras a fio, seguimos para um jantar húngaro  (parando antes para comprar calçados de inverno por motivos de: necessidade, rs).

Mais uma vez nosso jantar foi multiétnico e multicultural, regado a vinho, porções exuberantes e  extremamente recheadas de risadas, histórias, casos e uma profusão de línguas e linguagens que,  a boas doses de afeto, resultam numa experiência inenarrável. 

Sempre me considerei uma pessoa de vocabulário razoavelmente vasto...

Como estava enganado!





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